domingo

Gatos Agressivos : Motivos e Soluções


Segundo Daniela Ramos,Médica Veterinária,em boa parte dos casos, os gatos agressivos apresentam esse tipo de comportamento em função de algum tipo de medo, incômodo ou até querendo brincar – e é necessário identificar o que causa a agressividade do animal para que seja possível contornar a situação e modificar o comportamento; condicionando o felino a um tipo de atitude mais tranquila diante de alguma ocorrência que não lhe agrade.

“Os gatos, por natureza, já brincam de uma forma que pode ser considerada um pouco mais selvagem; e quando brincadeiras com as unhas e com mordidinhas são incentivado pelo dono do pet quando o felino ainda é filhote – e as unhadas e mordidas não machucam – isso pode se tornar um problema no futuro”, explica a especialista.

De acordo com ela, também há casos em que os tutores de gatos extremamente agressivos consideram esse tipo de comportamento muito normal – juntamente pelo fato de os felinos serem mais ‘selvagens’ por natureza – e acabam contribuindo para a violência do animal; já que nenhuma medida é tomada para amenizar ou acabar com o problema.

Em uma pesquisa específica feita com 107 proprietários que levaram seus gatos de estimação para consultas de rotina em clínicas veterinárias, 49,5% dos tutores afirmaram ter felinos agressivos em casa, sendo que as principais situações em que alguns tipos de violência foi apresentado são:


- Enquanto o gato é acariciado
- Enquanto o gato brinca
- Enquanto o gato está protegendo seu território ou comida
- Quando o gato está assustado ou entra em contato com um animal desconhecido
- Quando o felino entra em contato com uma pessoa desconhecida

Em função disso, uma série de testes foi feita para medir os níveis de estresse nos felinos que apresentavam esse tipo de atitude mais arisca, revelando que os gatos que toleravam carinhos por muito tempo sem atacar apresentavam índices altíssimos de estresse – ao passo que os felinos que atacavam quando incomodados pelos carinhos destacavam níveis inferiores nesse sentido.

“O gato é um animal semi-social, e não tem o mesmo repertório do cão para mostrar quando não quer contato, por exemplo. Proximidade demais é algo incompatível com muitos gatos, e a vida em espaços menores e mais fechados contribui para esse tipo de situação de agressividade; já que o felino é obrigado a conviver nesse ambiente e a desenvolver comportamentos sociais que não são naturais para ele, tornando-se agressivo”, esclarece Daniela.


Para resolver o problema, portanto, é fundamental que a complicação não seja subestimada e que o tutor do animal tenha a orientação adequada, estando aberto a mudanças e otimista em relação aos resultados dos seus esforços pra mudar o comportamento do pet.

“Muitas pessoas querem ter um cachorro e, em função da falta de espaço em casa, acabam adotando um gatinho para tratar como cão. Mas isso não é possível na grande maioria dos casos, até por que o tipo de contato que é adorado por um cachorro pode ser uma tortura para um gato”, explica a doutora veterinária.

Segundo ela, gatos agressivos demais também devem ter a possibilidade de doenças ou dores descartadas antes que se feche um diagnóstico de problema comportamental, pois, esse tipo de estado pode influenciar no comportamento do felino, tornando-o impaciente e violento – fazendo com que seja necessária uma visita a um especialista.

Diferenciando brincadeira de agressão



Para identificar se o comportamento de um felino é realmente agressivo ou é apenas uma forma de brincar que está sendo confundida, é preciso se atentar aos seguintes fatores:

Brincadeira


- A predação ou brincadeira direcionada de maneira errada (mordidas, unhadas, etc.)
- O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto
- O animal vai atrás de tons agudos de vozes ou movimentos súbitos
- Há um reforço ou estímulo ao comportamento por parte do dono

De acordo com a especialista, é importante que os donos de um gato que se comporta de forma agressiva não ajam como uma presa nos momentos em que uma brincadeira se torna um pouco violenta, já que isso pode fazer com que o animal fique ainda mais animado com a situação e, consequentemente, continue com o comportamento.

“O ideal é que se conheça bem o animal e que se mude a forma de brincar, tornando-a mais adequada e menos agressiva. Brincar bastante com o felino de outras maneiras – com varinhas ou brinquedos apropriados, por exemplo - e fazer com que ele gaste sua energia também é uma ótima forma de mudar o comportamento”, comenta Daniela.


Agressão Ofensiva

- A postura do felino é inegavelmente ofensiva
- As orelhas do gato ficam para cima e para frente
- O corpo do animal fica elevado (‘como um touro’)
- A causa do gato fica inchada e rígida, balançando de um lado para o outro
- A postura do animal é mais segura
- Os pelos do felino ficam eriçados
- Os bigodes do animal permanecem normais



Agressão Defensiva

- As orelhas do gato ficam posicionadas para trás ou na lateral
- O corpo do animal fica encolhido
- O bigode do felino fica espalhado ou inclinado pra trás
- A cauda do gato fica ao redor do corpo

Identificando o tipo de agressão do felino

Os tipos mais frequentes de agressão felina podem ser divididos conforme exposto a seguir, e apresentam características distintas, conforme apresentado:

- Por medo ou ansiedade
- Por motivos territoriais
- Por frustração
- Induzido por carinhos


Lidando com a agressividade do felino

Embora sejam menos treináveis quando comparados aos cães, por exemplo, os felinos também podem ser condicionados a agir com menos desobediência, e o treinamento dos gatos nesse sentido deve ser focado no relaxamento e na aceitação de determinadas situações; permitindo que o animal não faça uso da violência durante ocorrências rotineiras em que isso costuma acontecer e sem a necessidade do uso de comandos específicos (como é usualmente feito no adestramento de cachorros).

Independentemente do condicionamento do animal, também há uma série de medidas que pode ser tomada para ajudar no sucesso do processo, e o comprometimento dos tutores do pet é fundamental para a obtenção de bons resultados. Junto com isso, mudanças no ambiente também são chave nesse tipo de treinamento, e costumam incentivar respostas positivas e bastante rápidas por parte dos felinos.


Com isso em mente, confira, a seguir, algumas dicas da Médica Veterinária Daniela Ramos para lidar com a agressividade dos gatos em duas situações específicas e bastante comuns na vida de quem tem um felino nervoso em casa – lembrando que, além das mudanças ambientais e comportamentais, também há casos em que intervenções medicamentosas se fazem necessárias para ajudar no processo:
Agressão por frustração ou impulsividade Para modificar o comportamento agressivo de um gato que se descontrola em função de uma frustração ou da impulsividade, é preciso que seja feito o controle de impulsos do animal por meio de interações controladas (incluindo brincadeiras e treinamentos) iniciadas pelo tutor; que, neste processo, deve passar a ignorar as demandas do felino – sendo que a quebra de conexões diretas entre o tutor e os itens valiosos para o felino é uma das mudanças ambientais que podem ser feitas para esse tipo de caso.


Agressão induzida por carinho Neste caso, o contra-condicionamento e a dessensibilização são os grandes focos do treinamento; e é preciso deixar cientes os donos do pet de que este é um processo gradual e que deve ser direcionado de forma positiva – fazendo o uso de carinhos respeitando o nível de tolerância do animal e oferecendo muitas recompensas quando a iniciativa de receber afagos for do felino.

Independentemente do caso, é essencial lembrar que os donos do felino devem ter muita paciência nesse processo, evitando confrontos ou provocações com o animal e qualquer tipo de punição; fazendo o uso de reforços positivos para modificar o comportamento e o ambiente, conseguindo bons resultados no condicionamento do gato a ser menos violento.


terça-feira

"O Acasalamento dos Gatos"

Como já contamos, as fêmeas começam a atrair os machos mesmo antes de estarem completamente receptivas ao coito, e podem recusar as investidas dos gatos em algumas ocasiões. Em alguns casos, determinadas fêmeas recusam qualquer tipo de investida dos machos para o acasalamento, portanto, é importante que os parceiros sejam familiarizados um com o outro antes das primeiras tentativas, facilitando o processo.
Assim como no caso do cio, as gatas demonstram claramente para os machos quando estão receptivas à cruza, se colocando em posição de acasalamento, onde fica deitada, com a traseira levantada e a cauda de lado.

O macho rapidamente agarra em seu pescoço, imobilizando-a, monta na gata e a cópula é iniciada. Imediatamente após a ejaculação, o macho tende a sair de perto da fêmea e manter-se longe, já que ela pode apresentar comportamento bastante agressivo e dar uma série de patadas no seu companheiro, já que o pênis dos gatos é áspero e pode machucar a vagina da fêmea na sua retirada.

"Cruza de Gatos"


Tidos como animais bastante independentes, discretos e até sorrateiros, os felinos nem parecem eles mesmos quando o assunto é a cruza de gatos, já que, quem está nas redondezas de onde acontece o acasalamento dificilmente não vai notar miados altíssimos – que se assemelham a um choro de criança.

No caso dos donos de bichanos, o período mais propício para a cruza também não passará desapercebido, pois, tanto as fêmeas como os machos tem uma tendência a mudar de comportamento nessa fase, mostrando mais interesse pelos animais do gênero oposto e praticando ações típicas que indicam a sua preparação para a cruza de gatos. 

No entanto, quem é proprietário de um pet felino deve saber de alguns detalhes em relação ao acasalamento dos bichanos e, antes de se animar para receber uma ninhada de gatinhos fofos, é importante que o dono do bichinho de estimação já tenha definido qual será o destino dos filhotes.

Além disso, questões referentes à saúde, raça e porte dos bichanos que vão se reproduzir também devem ser levadas em conta para que tudo ocorra da maneira mais segura para os pets, evitando problemas durante a gestação e o parto das gatas. Conheça, nesse artigo, mais detalhes sobre a cruza de gatos e, caso deseje novos amiguinhos, comece a planejar a chegada dos filhotes de seu pet.


"O Momento Ideal Para a Cruza de Gatos"

Embora diversas medidas possam ser tomadas para ajudar a diminuir riscos e facilitar o processo, quem vai definir o momento ideal para o acasalamento das gatas são elas próprias, já que isso acontece quando a fêmea entra no cio. Apesar de não exibir sangramentos - como no caso das cadelas - as gatas apresentam um comportamento bastante típico nessa fase, que pode ocorrer a partir de seus seis meses de idade.

Os primeiros sinais da maturidade sexual nas gatas aparecem até os seus dez meses de vida, na maioria dos casos; no entanto, não é recomendado que as fêmeas muito novas acasalem, sendo indicado que se reproduzam apenas as felinas com mais de um ano de idade ou a partir do seu terceiro ciclo.

O período em que ocorre o cio das gatas varia de acordo com fatores distintos, incluindo a época do ano, o clima (na maioria das vezes, mais quente) e a raça da gata, sendo que as que possuem pelagem mais curta normalmente ciclam antes das que tem pêlos compridos; que tendem a chegar ao cio apenas após os doze meses de vida.

Andar se enfregando no chão, em móveis e nas pessoas são alguns dos indicadores de uma gata no cio, assim como rolar muito no chão, ronronar demais e emitir miados com som mais rouco e diferente do normal. Durando uma média de 4 a 7 dias, o cio do animal é a hora exata para que aconteca o acasalamento e, em alguns casos, esse período pode ser um pouco maior.

Tendo isso esclarecido, não é difícil saber que os donos que querem acasalar seus pets devem escolher os candidatos ideais para a cruza com antecedência, já que, o tempo é relativamente curto quando a fêmea entra nesta fase (embora o cio vá ocorrer novamente em cerca de 15 a 20 dias). No caso dos gatos machos, a maturidade sexual chega um pouco depois da fêmea, por volta de um ano de vida. No entanto, a partir disso, basta haver uma fêmea disponível para que ele faça a fecundação, podendo acasalar até 15 vezes em um período de 24 horas, sendo que o tempo de duração na cruza pode variar entre 10 segundos e 5 minutos.

Embora não entrem no cio, os machos também exibem alguns comportamentos típicos quando percebem uma fêmea na fase por perto. Atraídos pelo odor característico que as gatas liberam durante o período para atrair os machos, os gatos marcam seu território com borrifos de urina, que deixam um cheiro bem forte no local.

Mas nem só a urina marcando território “conquista” o coração das fêmeas, e tanto o odor como os miados que elas liberam (mesmo quando ainda não estão totalmente receptivas ao acasalamento, mas se aproximando do momento) servem para atrair vários machos, que vão entrar em uma batalha para decidir quem será o escolhido e mais viril entre eles - nos casos em que a cruza de gatos que não tiver sido previamente planejada pelos donos.


Oiêêê


Eu demorei ausentei mas já voltei viu?!

beijinhos de luz pra vocês.

*soninha*

segunda-feira

Seja bem vindo!


Nos traga muitas alegrias!

*soninha*

Gato com frio? Não nesse inverno

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Durante os meses mais frios do ano, os donos devem tomar cuidados especiais para manter os seus gatos saudáveis e confortáveis. A tolerância ao frio varia dependendo da raça e do gato. Algumas raças, principalmente as sem pelo, sofrem mais com o frio e precisam de cuidados especiais para se aquecerem no inverno. 

Para um gato com frio com donos distraídos, o quarto pode virar um lugar perigoso no inverno

Quando a temperatura cai, os gatos procuram lugares fechados e com bastante acolchoamento para se aquecerem. Vários encontram camas perfeitas nas gavetas e armários dos seus donos. Outros também se escondem atrás de almofadas ou entre os travesseiros da cama para se aquecerem. Se você não tomar cuidado, é fácil prender o gato no armário ou até sentar nele quando for utilizar o sofá. Antes de sair de casa, portanto, tome cuidado para não prender seu gato. 
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 Para evitar que os gatos optem sempre por uma gaveta quentinha e acabem deixando as roupas e lençóis cheias de pelo de gato, espaços atraentes devem ser criados para os gatos se aquecerem no inverno. Camas térmicas ou camas cobertas para gatos, que imitam uma toca, podem ser a solução.

Se você tem uma cama para gatos sem cobertura, alguns pequenos ajustes estruturais podem fazer uma grande diferença. Colocar um cobertor na cama, por exemplo, ajuda o gato a se aquecer. Similarmente, tirar a cama do chão e colocá-la em um espaço elevado é uma forma fácil e eficiente de manter o gato quentinho, dado que ele não perderá calor para o chão. O sol é um grande aliado na hora de manter o gato quentinho e confortável. Mudar a cama do gato de local e posicioná-la aonde o sol bate durante o dia também é uma boa ideia. 

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Gatos adultos e idosos sofrem mais durante o inverno 

Na maioria dos casos, os gatos idosos são os que mais sofrem com o frio. Para gatos com frio com artrite, principalmente, os músculos ficam mais tensos e eles têm dificuldades de subir em lugares altos ou até no sofá. Para não sentir dor, eles comumente optam por lugares mais baixos da casa, porém mais frios e menos confortáveis. Assim, os donos de gatos idosos devem ser mais cautelosos com seus felinos durante os meses frios. Ao perceber que o seu gato não está deitado nos espaços mais aconchegantes da casa, eles devem pegar o gato no colo gentilmente e posicioná-los em locais quentinhos e aconchegantes. 

 Chuva e banho reduzem o calor corporal do gato 

Quando o gato molha o seu pelo, ele tem mais dificuldade de manter o seu corpo aquecido. Gatos normalmente evitam água nos dias frios, mas em alguns caso, molhar o pelo é inevitável. Em dias frios, donos devem evitar deixar o gato do lado de fora aonde ele pode se molhar (ex. varanda) e também devem evitar dar banho em casa. Ao dar um banho no gato em dias frios, é necessário garantir que o pelo do felino está completamente seco. 
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 Roupinhas para gatos ajudam ou pioram o problema? 

 Embora os gatos sintam frio, nem todos gostam de vestir roupas. Além de apresentar um certo desconforto, a roupa não deixa o gato se lamber para se limpar, algo bem natural e instintivo para eles. Porém, enquanto alguns não gostam, outros gatos não se importam de vestir roupas no inverno. Gatos sem pelo, por exemplo, sentem bastante frio no inverno e tendem a não se importar com as roupinhas. Também, existem diversos tipos de roupas para gatos e é possível que um gato que não goste de um certo tipo de roupa, se acostume com outro modelo. 

 A ração do gato impacta o quanto de frio ele sentirá no inverno Gatos precisam adequar a sua alimentação para se manter aquecido no inverno. Mas, dar muita comida ao gato no inverno pode significar um gato obeso no verão. Sendo assim, donos precisam conversar com os seus veterinários para verificar a necessidade de alterar a alimentação do gato nos meses frios.
 

As unhas dos gatos: o que fazer com elas?


Arranhões, móveis arranhados, marcas nas roupas; as unhas dos gatos podem ser uma verdadeira dor de cabeça. Muitas pessoas, por comodismo, optam por extrair cirurgicamente as garras do animal e, desta forma, acabar com o problema. No entanto, é desumano mutilar um animal só para solucionar algo que pode ser corrigido com um pouco de treino e paciência.

Antes de dar as recomendações sobre o que fazer para que as unhas não sejam um problema, vamos refletir sobre a importância delas para os gatos:

A unhas ajudam com o equilíbrio e a mobilidade;
Arranhar é um forma de demarcar território;
Ajuda na defesa;
Servem para escalar.

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A seguir, apresentamos algumas recomendações sobre as alternativas para solucionar os problemas de arranhões:

A forma mais fácil de evitar qualquer tipo de problema de comportamento é através da educação desde filhotinhos. A melhor maneira de evitar que um gato arranhe um lugar inadequado, é ensiná-lo desde pequeno, os lugares que ele pode arranhar.

Arranhar é natural para os gatos e é um comportamento benéfico, pois é uma das maneiras que usam para marcar seu território, a saúde mental dos gatos está profundamente ligada ao tempo que dedicam a este ato. Assim, o melhor que você pode fazer é manter um lugar para deixar seu gato arranhar, ensiná-lo a usar este lugar e recompensá-lo quando o usar.

Se você optar pela castração do seu gato, lembre-se de castrá-lo no tempo recomendado (entre os 7 e 10 meses), o que evitará, em partes, que o costume de marcar território seja desenvolvido.


Repelentes

Os repelentes para animais são substâncias projetadas para evitar que eles se aproximem de lugares dos quais você não quer que tenham contato. Os gatos tendem a marcar as mesmas zonas regularmente, portanto, o repelente pode ser usado nos objetos que seu gato costuma arranhar, o que vai afastá-lo sem a necessidade de usar um método violento.


Borrifar água

Outro método não violento para usar com seu gato é jogar um pouco de água com um spray enquanto estiver arranhando um lugar desapropriado. Este método é bastante eficaz para afastar os gatos, mas só funciona se for pego em flagrante, se usar depois, seu gato não entenderá por que está sendo repreendido. 

No entanto, os gatos  podem ser bastante apreensivos para aprender por meio de castigos, desta forma é melhor utilizar o método de recompensas.
Corte de unhas

Também é possível cortar  um pouco a ponta das unhas do gato com certa periodicidade, mas deve ser evitado o corte rente, pois os gatos têm uma veia dentro das unhas, portanto o corte pode causar hemorragia ou danos permanentes nas patas. Alguns preferem levar ao veterinário para realizar o processo, mas se você for cuidadoso não haverá maiores dificuldades.

Deve ser levado em conta se seu gato sai para a rua ou se permanece em casa, pois, ao cortar a ponta das unhas, o gato fica incapacitado de se defender ou de fazer coisas como escalar, por exemplo.
Realizar por ele a demarcação

Os gatos possuem diferentes métodos para demarcar o território, incluindo, obviamente, o uso de feromônios. Alguns veterinários recomendam passar um lenço pelo rosto e corpo do gato para impregnar com o óleo que eles produzem através de suas glândulas faciais e corporais. Os gatos usam esse óleo para marcar objetos como se fossem seus, portanto, se você esfregar seus móveis com o lenço impregnado, é possível evitar que o gato sinta a necessidade marcá-los, pois já estarão demarcados como dele.

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Cobrir os móveis

Alguns donos optam por cobrir os móveis com algum tipo de material duro que não permita que o gato passe por baixo e que cause incômodo ao tocar. Este método, porém, impede que você desfrute de seus móveis e também não faz com que o animal deixe de arranhá-los, pois ele o fará assim que tiver uma oportunidade. No entanto, você pode cobrir os móveis e usar algum outro método, assim você evitará danos enquanto seu pet passa pelo processo de educação e adaptação das normas do lar e faz o reconhecimento do espaço.

Como alimentar os gatos idosos


As necessidades nutricionais dos animais de estimação vão mudando ao longo dos anos. Hoje vamos contar como alimentar os gatos idosos para lhes proporcionar uma melhor qualidade e expectativa de vida.


A alimentação, um tema chave quando os bichanos envelhecem.

Os gatos passam aproximadamente 40% de sua vida na chamada terceira idade.. Desta forma, a partir dos 8 ou 10 anos, começam a ser menos ativos e apresentam um metabolismo mais lento.

Por necessitarem de menos calorias, nosso amigos ronronadores devem receber uma dieta que lhes ofereça proteínas de qualidade e que seja de fácil digestão.

Se seu bichano está ficando velho, não hesite em consultar o veterinário ou a algum especialista em nutrição animal, para que indiquem a melhor forma de alimentá-lo.

“Uma dieta adequada para animais da terceira idade fará com que os gatos idosos apresentem menos problemas de saúde e consigam uma maior qualidade e expectativa de vida.”
Uma dieta ideal para alimentar os gatos idosos

Para proporcionar uma boa nutrição e procurar manter sua boa saúde, os gatos de idade avançada devem receber alimentos – sejam comerciais ou feitos em casa  que contenham:


Poucas gorduras
Proteínas de alta qualidade e com baixa concentração de fósforo, para proteger os rins
Carboidratos de fácil digestão como fonte de energia
Minerais essenciais para cuidar das articulações.
Vitaminas para fortalecer seu sistema imunológico, sobre todo a vitamina E
Menos calorias, para evitar o sobrepeso
Detalhes para ter em conta na hora de alimentar os gatos idosos

Considere que, na medida que envelhecem, nosso amigos felinos vão perdendo o olfato e o paladar. Também lhes custa mais mastigar, sobretudo se já não contam com todos os dentes ou se têm as gengivas inflamadas. Por tal motivo, você deve:
Oferecer alimentos em pequenos pedaços e mais macios
Estimular o apetite com alguma comida que seja de seu agrado
Umedecer a ração com água morna, para que – além de mais macia – libere mais aroma
“Condimentar” o prato, por exemplo, com o óleo de uma lata de sardinhas
Além disso, lembre que é conveniente que os gatos idosos se alimentem várias vezes ao longo do dia, mas ingerindo pequenas quantidades de comida.

Outros conselhos

Como os bichanos são animais de costumes, o ideal é que comam sempre na mesma hora e no mesmo lugar.

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Considere também os seguintes temas quando for alimentá-los:
Dê a comida em recipientes que estejam sempre limpos e que, no possível, sejam de aço inoxidável.
Mantenha as tigelas longe da caixa de areia.
Não conserve na geladeira por mais de 24 horas um pacote aberto de alimento úmido.
A ração deve ser conservada em um lugar limpo e seco, dentro de um recipiente hermético.
Obesidade e perda de peso em gatos da terceira idade
Como já dissemos, a medida que vão cumprindo anos, os bichanos diminuem suas atividades e costumam ganhar peso.

É de extrema importância, então, evitar que os gatos se tornem obesos, já que correrão mais riscos de desenvolver distintos problemas de saúde. Por exemplo:
Diabetes
Complicações cardíacas e respiratórias
Cálculos na bexiga
Artrite
No entanto, alguns destes felinos podem emagrecer quando envelhecem, sobretudo devido a uma absorção menos eficiente dos nutrientes que formam sua dieta. Uma vez mais, procure sempre os especialistas para que aconselhem sobre a dieta mais adequada para animais de idade avançada.
A alimentação como aliada para manter a saúde dos gatos idosos.

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Para que nossos amigos miadores passem da melhor forma para a terceira idade, você deve procurar que os alimentos providos sejam os melhores aliados para manter sua saúde.

De toda forma, se as doenças de pouca gravidade próprias da velhice se somam a outras enfermidades – problemas renais, artrose, etc – você deve adequar ainda mais a dieta, de acordo com as indicações do veterinário.

Sendo assim, você vai conseguir que os bichanos passem da melhor forma esta etapa de sua vida, na qual vão necessitar de uma maior atenção e, sobretudo, grandes doses de amor.