quarta-feira

Um mimo!


Quando a mamãe está falando o filhinho 
fica quietinho!

beijinhos de luz!

Crianças aprendem sobre bem-estar animal e ajudam gatos abandonados em Abu Dhabi


Após um aumento de casos de crueldade contra gatos em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, um programa de educação liderado por ativistas está tentando reverter a situação e educando crianças sobre o bem-estar animal.

Os membros do grupo Animal Welfare Abu Dhabi (Awad) perceberam um aumento nos maus-tratos contra animais e querem educar a geração jovem para evitar que isso se perpetue.

Grupos de assistência social em Dubai e Abu Dhabi relataram que gatos foram mortos ou mutilados nos últimos meses, sendo que alguns incidentes muito perturbadores foram filmados e postados nas mídias sociais.

A Al Rabeeh foi a escola na capital a se beneficiar das lições dadas por Susan Aylott, d Awad. As crianças também visitaram uma estação de alimentação próxima e ajudaram 15 gatos abandonados. Aylott estabeleceu várias estações de alimentação para gatos e trabalha com o município em seu programa de esterilização.

“À luz do que vem acontecendo recentemente, com alarmantes casos de abuso de animais, foi encorajador receber uma resposta positiva a este projeto. Com a escola a bordo, esperamos liderar o caminho para outros seguirem o exemplo. Mostramos às crianças que essas estações são importantes para que os gatos se tornem parte de uma colônia estável e saudável”, disse.

Professores e alunos receberam um pacote educativo da Fundação Internacional para o Bem-Estar Animal, com notas para os professores e um programa de trabalho de uma hora sobre o bem-estar animal. “O programa está disponível em inglês e árabe, é facilmente transferível para outras escolas”, disse Aylott.

Phil Yates, vice-diretor adjunto de Al Rabeeh, disse que os 850 alunos da instituição aproveitaram as aulas e gostaram de interagir com os gatos, segundo o The National.

“Sempre tivemos um grande número de animais abandonados ao redor das instalações da nossa escola e percebemos que a percepção de nossas crianças sobre os gatos não eram tão positivas como esperávamos”, afirmou.

“Nosso conselho estudantil e os líderes da escola têm apreciado o trabalho de manter a estação de alimentação até agora e de aprender a cuidar de gatos, respeitando os animais e seu ambiente. Esperamos que as crianças compartilhem suas experiências positivas e o que aprenderam com seus familiares e continuem a promover o bem-estar animal”, finalizou.

Gatos cegos resgatados de acumuladora aguardam por ajuda em São Paulo (SP)

Vários animais estão vivendo em condições insalubres na casa de uma acumuladora no Capão Redondo, em São Paulo. Em um cenário de holocausto, cães e gatos dividem o pouco espaço com lixo e entulhos. Muito acabam doentes, debilitados e brigando por comida.

Entre os animais, sete gatinhos precisam de ajuda urgente para sair dessas condições. Cinco gatinhos estão cegos, e passam os dias em cima de uma tábua, sem ter como descer e se alimentar. Os animais estão recebendo ajuda de uma protetora, mas a mesma não tem condições de manter todos os cuidados que os gatinhos necessitam. Ela precisa de doações de ração, areia, medicamentos e auxílio para conseguir atendimento veterinário.
Apesar das limitações, os gatinhos merecem uma chance de ter uma vida tranquila em um ambiente limpo, onde possam se alimentar normalmente e se sentir em segurança.

Caso alguém possa ajudar a protetora oferecendo lar temporário, doações ou queira adotar um gatinho, entre em contato. Outros animais também aguardam por resgate, mas devido a condições críticas em que os gatos estão, eles precisam de uma vida nova, antes que sofram outras atrocidades devido a falta de cuidados.


Cãozinho órfão é acolhido por família de gatinhos


Há quem diga que os cães e os gatos não podem viver juntos em paz. Mas o que aconteceu na Michigan Humane Society provou exatamente o contrário.

Um filhote de cachorro de apenas 2 dias de idade perdeu sua mãe em um acidente de carro. Então eles tiveram uma ideia, mas não tinham certeza se ela daria certo.

Eles resolveram colocar o filhote junto a uma gatinha que tinha acabado de dar a luz à seus filhotes. E esperavam que ela aceitasse esse filhote como um dos seus e pudesse dar todo o aconchego que ele precisava… E deu certo!

A mãe não só aceitou o filhote, mas também cuidou como se fosse um dos seus. E os outros filhotes também o aceitaram como irmão. O vídeo a seguir mostra um pouco mais sobre essa belíssima


domingo

Gatos Agressivos : Motivos e Soluções


Segundo Daniela Ramos,Médica Veterinária,em boa parte dos casos, os gatos agressivos apresentam esse tipo de comportamento em função de algum tipo de medo, incômodo ou até querendo brincar – e é necessário identificar o que causa a agressividade do animal para que seja possível contornar a situação e modificar o comportamento; condicionando o felino a um tipo de atitude mais tranquila diante de alguma ocorrência que não lhe agrade.

“Os gatos, por natureza, já brincam de uma forma que pode ser considerada um pouco mais selvagem; e quando brincadeiras com as unhas e com mordidinhas são incentivado pelo dono do pet quando o felino ainda é filhote – e as unhadas e mordidas não machucam – isso pode se tornar um problema no futuro”, explica a especialista.

De acordo com ela, também há casos em que os tutores de gatos extremamente agressivos consideram esse tipo de comportamento muito normal – juntamente pelo fato de os felinos serem mais ‘selvagens’ por natureza – e acabam contribuindo para a violência do animal; já que nenhuma medida é tomada para amenizar ou acabar com o problema.

Em uma pesquisa específica feita com 107 proprietários que levaram seus gatos de estimação para consultas de rotina em clínicas veterinárias, 49,5% dos tutores afirmaram ter felinos agressivos em casa, sendo que as principais situações em que alguns tipos de violência foi apresentado são:


- Enquanto o gato é acariciado
- Enquanto o gato brinca
- Enquanto o gato está protegendo seu território ou comida
- Quando o gato está assustado ou entra em contato com um animal desconhecido
- Quando o felino entra em contato com uma pessoa desconhecida

Em função disso, uma série de testes foi feita para medir os níveis de estresse nos felinos que apresentavam esse tipo de atitude mais arisca, revelando que os gatos que toleravam carinhos por muito tempo sem atacar apresentavam índices altíssimos de estresse – ao passo que os felinos que atacavam quando incomodados pelos carinhos destacavam níveis inferiores nesse sentido.

“O gato é um animal semi-social, e não tem o mesmo repertório do cão para mostrar quando não quer contato, por exemplo. Proximidade demais é algo incompatível com muitos gatos, e a vida em espaços menores e mais fechados contribui para esse tipo de situação de agressividade; já que o felino é obrigado a conviver nesse ambiente e a desenvolver comportamentos sociais que não são naturais para ele, tornando-se agressivo”, esclarece Daniela.


Para resolver o problema, portanto, é fundamental que a complicação não seja subestimada e que o tutor do animal tenha a orientação adequada, estando aberto a mudanças e otimista em relação aos resultados dos seus esforços pra mudar o comportamento do pet.

“Muitas pessoas querem ter um cachorro e, em função da falta de espaço em casa, acabam adotando um gatinho para tratar como cão. Mas isso não é possível na grande maioria dos casos, até por que o tipo de contato que é adorado por um cachorro pode ser uma tortura para um gato”, explica a doutora veterinária.

Segundo ela, gatos agressivos demais também devem ter a possibilidade de doenças ou dores descartadas antes que se feche um diagnóstico de problema comportamental, pois, esse tipo de estado pode influenciar no comportamento do felino, tornando-o impaciente e violento – fazendo com que seja necessária uma visita a um especialista.

Diferenciando brincadeira de agressão



Para identificar se o comportamento de um felino é realmente agressivo ou é apenas uma forma de brincar que está sendo confundida, é preciso se atentar aos seguintes fatores:

Brincadeira


- A predação ou brincadeira direcionada de maneira errada (mordidas, unhadas, etc.)
- O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto
- O animal vai atrás de tons agudos de vozes ou movimentos súbitos
- Há um reforço ou estímulo ao comportamento por parte do dono

De acordo com a especialista, é importante que os donos de um gato que se comporta de forma agressiva não ajam como uma presa nos momentos em que uma brincadeira se torna um pouco violenta, já que isso pode fazer com que o animal fique ainda mais animado com a situação e, consequentemente, continue com o comportamento.

“O ideal é que se conheça bem o animal e que se mude a forma de brincar, tornando-a mais adequada e menos agressiva. Brincar bastante com o felino de outras maneiras – com varinhas ou brinquedos apropriados, por exemplo - e fazer com que ele gaste sua energia também é uma ótima forma de mudar o comportamento”, comenta Daniela.


Agressão Ofensiva

- A postura do felino é inegavelmente ofensiva
- As orelhas do gato ficam para cima e para frente
- O corpo do animal fica elevado (‘como um touro’)
- A causa do gato fica inchada e rígida, balançando de um lado para o outro
- A postura do animal é mais segura
- Os pelos do felino ficam eriçados
- Os bigodes do animal permanecem normais



Agressão Defensiva

- As orelhas do gato ficam posicionadas para trás ou na lateral
- O corpo do animal fica encolhido
- O bigode do felino fica espalhado ou inclinado pra trás
- A cauda do gato fica ao redor do corpo

Identificando o tipo de agressão do felino

Os tipos mais frequentes de agressão felina podem ser divididos conforme exposto a seguir, e apresentam características distintas, conforme apresentado:

- Por medo ou ansiedade
- Por motivos territoriais
- Por frustração
- Induzido por carinhos


Lidando com a agressividade do felino

Embora sejam menos treináveis quando comparados aos cães, por exemplo, os felinos também podem ser condicionados a agir com menos desobediência, e o treinamento dos gatos nesse sentido deve ser focado no relaxamento e na aceitação de determinadas situações; permitindo que o animal não faça uso da violência durante ocorrências rotineiras em que isso costuma acontecer e sem a necessidade do uso de comandos específicos (como é usualmente feito no adestramento de cachorros).

Independentemente do condicionamento do animal, também há uma série de medidas que pode ser tomada para ajudar no sucesso do processo, e o comprometimento dos tutores do pet é fundamental para a obtenção de bons resultados. Junto com isso, mudanças no ambiente também são chave nesse tipo de treinamento, e costumam incentivar respostas positivas e bastante rápidas por parte dos felinos.


Com isso em mente, confira, a seguir, algumas dicas da Médica Veterinária Daniela Ramos para lidar com a agressividade dos gatos em duas situações específicas e bastante comuns na vida de quem tem um felino nervoso em casa – lembrando que, além das mudanças ambientais e comportamentais, também há casos em que intervenções medicamentosas se fazem necessárias para ajudar no processo:
Agressão por frustração ou impulsividade Para modificar o comportamento agressivo de um gato que se descontrola em função de uma frustração ou da impulsividade, é preciso que seja feito o controle de impulsos do animal por meio de interações controladas (incluindo brincadeiras e treinamentos) iniciadas pelo tutor; que, neste processo, deve passar a ignorar as demandas do felino – sendo que a quebra de conexões diretas entre o tutor e os itens valiosos para o felino é uma das mudanças ambientais que podem ser feitas para esse tipo de caso.


Agressão induzida por carinho Neste caso, o contra-condicionamento e a dessensibilização são os grandes focos do treinamento; e é preciso deixar cientes os donos do pet de que este é um processo gradual e que deve ser direcionado de forma positiva – fazendo o uso de carinhos respeitando o nível de tolerância do animal e oferecendo muitas recompensas quando a iniciativa de receber afagos for do felino.

Independentemente do caso, é essencial lembrar que os donos do felino devem ter muita paciência nesse processo, evitando confrontos ou provocações com o animal e qualquer tipo de punição; fazendo o uso de reforços positivos para modificar o comportamento e o ambiente, conseguindo bons resultados no condicionamento do gato a ser menos violento.


terça-feira

"O Acasalamento dos Gatos"

Como já contamos, as fêmeas começam a atrair os machos mesmo antes de estarem completamente receptivas ao coito, e podem recusar as investidas dos gatos em algumas ocasiões. Em alguns casos, determinadas fêmeas recusam qualquer tipo de investida dos machos para o acasalamento, portanto, é importante que os parceiros sejam familiarizados um com o outro antes das primeiras tentativas, facilitando o processo.
Assim como no caso do cio, as gatas demonstram claramente para os machos quando estão receptivas à cruza, se colocando em posição de acasalamento, onde fica deitada, com a traseira levantada e a cauda de lado.

O macho rapidamente agarra em seu pescoço, imobilizando-a, monta na gata e a cópula é iniciada. Imediatamente após a ejaculação, o macho tende a sair de perto da fêmea e manter-se longe, já que ela pode apresentar comportamento bastante agressivo e dar uma série de patadas no seu companheiro, já que o pênis dos gatos é áspero e pode machucar a vagina da fêmea na sua retirada.

"Cruza de Gatos"


Tidos como animais bastante independentes, discretos e até sorrateiros, os felinos nem parecem eles mesmos quando o assunto é a cruza de gatos, já que, quem está nas redondezas de onde acontece o acasalamento dificilmente não vai notar miados altíssimos – que se assemelham a um choro de criança.

No caso dos donos de bichanos, o período mais propício para a cruza também não passará desapercebido, pois, tanto as fêmeas como os machos tem uma tendência a mudar de comportamento nessa fase, mostrando mais interesse pelos animais do gênero oposto e praticando ações típicas que indicam a sua preparação para a cruza de gatos. 

No entanto, quem é proprietário de um pet felino deve saber de alguns detalhes em relação ao acasalamento dos bichanos e, antes de se animar para receber uma ninhada de gatinhos fofos, é importante que o dono do bichinho de estimação já tenha definido qual será o destino dos filhotes.

Além disso, questões referentes à saúde, raça e porte dos bichanos que vão se reproduzir também devem ser levadas em conta para que tudo ocorra da maneira mais segura para os pets, evitando problemas durante a gestação e o parto das gatas. Conheça, nesse artigo, mais detalhes sobre a cruza de gatos e, caso deseje novos amiguinhos, comece a planejar a chegada dos filhotes de seu pet.


"O Momento Ideal Para a Cruza de Gatos"

Embora diversas medidas possam ser tomadas para ajudar a diminuir riscos e facilitar o processo, quem vai definir o momento ideal para o acasalamento das gatas são elas próprias, já que isso acontece quando a fêmea entra no cio. Apesar de não exibir sangramentos - como no caso das cadelas - as gatas apresentam um comportamento bastante típico nessa fase, que pode ocorrer a partir de seus seis meses de idade.

Os primeiros sinais da maturidade sexual nas gatas aparecem até os seus dez meses de vida, na maioria dos casos; no entanto, não é recomendado que as fêmeas muito novas acasalem, sendo indicado que se reproduzam apenas as felinas com mais de um ano de idade ou a partir do seu terceiro ciclo.

O período em que ocorre o cio das gatas varia de acordo com fatores distintos, incluindo a época do ano, o clima (na maioria das vezes, mais quente) e a raça da gata, sendo que as que possuem pelagem mais curta normalmente ciclam antes das que tem pêlos compridos; que tendem a chegar ao cio apenas após os doze meses de vida.

Andar se enfregando no chão, em móveis e nas pessoas são alguns dos indicadores de uma gata no cio, assim como rolar muito no chão, ronronar demais e emitir miados com som mais rouco e diferente do normal. Durando uma média de 4 a 7 dias, o cio do animal é a hora exata para que aconteca o acasalamento e, em alguns casos, esse período pode ser um pouco maior.

Tendo isso esclarecido, não é difícil saber que os donos que querem acasalar seus pets devem escolher os candidatos ideais para a cruza com antecedência, já que, o tempo é relativamente curto quando a fêmea entra nesta fase (embora o cio vá ocorrer novamente em cerca de 15 a 20 dias). No caso dos gatos machos, a maturidade sexual chega um pouco depois da fêmea, por volta de um ano de vida. No entanto, a partir disso, basta haver uma fêmea disponível para que ele faça a fecundação, podendo acasalar até 15 vezes em um período de 24 horas, sendo que o tempo de duração na cruza pode variar entre 10 segundos e 5 minutos.

Embora não entrem no cio, os machos também exibem alguns comportamentos típicos quando percebem uma fêmea na fase por perto. Atraídos pelo odor característico que as gatas liberam durante o período para atrair os machos, os gatos marcam seu território com borrifos de urina, que deixam um cheiro bem forte no local.

Mas nem só a urina marcando território “conquista” o coração das fêmeas, e tanto o odor como os miados que elas liberam (mesmo quando ainda não estão totalmente receptivas ao acasalamento, mas se aproximando do momento) servem para atrair vários machos, que vão entrar em uma batalha para decidir quem será o escolhido e mais viril entre eles - nos casos em que a cruza de gatos que não tiver sido previamente planejada pelos donos.


Oiêêê


Eu demorei ausentei mas já voltei viu?!

beijinhos de luz pra vocês.

*soninha*