sábado

A Importância do Exercício Para os Gatos


Por que o exercício é importante para os gatos?

Muitas pessoas imaginam que gatos são animais que não precisam se exercitar e também não podem ir passear na rua. Na verdade sair na rua sozinho é bem perigoso, da mesma forma que é perigoso para um cachorro.

Os gatos ficaram famosos por saberem desfrutar de um bom momento de descanso e para eles não importa realmente qual o lugar. Mas apesar de sua reputação de dorminhocos, eles também necessitam esticar as pernas e fazer um pouco de exercício todos os dias. Felizmente para os proprietários de gatos não é preciso muito tempo ou energia para que seu gato consiga se exercitar.


A Obesidade Felina

Estima-se que entre 25 e 40% dos gatos acompanhados por veterinários estão acima do peso, com muitos chegando a ser considerados obesos. Um gato que está acima do peso pode ficar incapacitado de saltar e desta forma não consegue chegar em seus lugares favoritos e também não pode brincar mais como gostaria. A obesidade também está associada a diversos problemas de saúde, incluindo o aumento da chance de artrite, lesão nos ligamentos, diabetes mellitus, dificuldades respiratórias, problemas de fígado, risco cirúrgico e doença do trato urinário.

Embora a redução da ingestão de alimentos (pergunte ao seu veterinário sobre a forma mais segura de fazer isso) seja um caminho para combater a obesidade, aumentando o exercício você conseguirá resultados muito mais saudáveis e significativos. O exercício e deve fazer parte da rotina diária de todos os gatos. Como a maioria dos predadores, gatos naturalmente dormem muito, mas eles também têm explosões de atividade. Eles são velocistas, não maratonistas. Isto significa que você não tem que comprar uma esteira para seu gato ou levá-lo para caminhadas ou para fazer natação. Mas você não pode de forma alguma ignorar que os gatos precisa gastar energia algumas vezes por dia.



Fazendo seu gato se movimentar

Gatos que tem acesso a áreas externas estão mais predispostos a manter a forma. Ou caçando, ou escalando, ou mesmo investigando o mundo a sua volta, mas os perigos inerentes ao permitir que os gatos possam passear, geralmente fazem com que seja impossível permitir uma vida de aventuras para nossos gatos. Uma ótima opção para quem tem condições e mora em casa, é construir passeios para seu gato na área externa.

Se o seu gato vive dentro de casa, você precisa assumir o papel de treinador e encorajá-lo a exercitar-se. gatos que vivem sozinhos com seus donos, sem crianças ou outro gato em casa costumam ser mais preguiçosos, uma boa ideia para quem tem um gatinho paradão em casa é adquirir um novo amiguinho para ele, esta pode ser uma das maneiras mais fáceis de fazer seu gato se exercitar naturalmente. Mas se você não pode ter um segundo gato, terá que incentivá-lo você mesmo a se exercitar. Gatos adoram arranhadores e escalar, você poderia proporcionar uma árvore de gatos e uma diversificada parede de escalada para que ele possa se empoleirar.

Você pode colocar alguns petiscos (ou até mesmo uma pequena refeição de ração seca) em brinquedos interativos que exigem que o gato role o brinquedo para obter o alimento, estes brinquedos são chamados de brinquedos de forrageamento (forrageamento é a busca e a exploração de recursos alimentares. É uma habilidade particularmente importante pois afeta a aptidão do animal, influenciando diretamente a sobrevivência.), estes brinquedos são muito interessantes pois despertam os instintos primitivos do felino e estimulam suas habilidades de caça. Outra alternativa é esconder a comida em casa (lembre-se onde você colocou-a!), para que cada dia ele tenha que “caçar” a sua comida em um local diferente. Ou você pode jogá-la pedacinho por pedacinho para que seu gato corra para buscá-la. Existem diversos brinquedos interativos, como varinhas de pena, varinhas de pesca e ponteiros de luz que também podem proporcionar exercício para seu bichano. Vários brinquedos permitem que o seu gato brinque sozinho quando você estiver fora de casa, promovendo entretenimento e diversão.

Passeando de coleira com seu gato

Uma boa maneira de exercitar o seu gato é levá-lo para um passeio. A maneira mais segura de fazer isso é por andar com ele atrelado a uma coleira especial para gatos. É muito mais fácil ensinar um filhotinho de gato a andar de coleira do que é para um gato adulto, mas não é alguma coisa impossível de fazer com um gato mais velho. Além disso, seu gato depois de compreender que irá fazer companhia para você durante o dia, ficará bastante atraído pela ideia de passear. Inicialmente é possível que seja necessário atraí-lo passo a passo, utilizando petiscos para compensá-lo cada vez que andar um pouquinho, fazendo com que ele tenha mais interesse em seguir você. Deixe a coleira no pescoço de seu gato por algum tempo, para que ele se acostume com isso. Assim que seu gato se acostumar com a coleira e a guia, caminhe com ele durante a casa antes de se aventurar pela rua, quando forem se aventurar pela rua, certifique-se apenas de levá-lo para caminhar em locais seguros, para que ele não acabe cercado de cães por exemplo. E também é muito importante que seu gato esteja com todas as doses de vacina em dia, vermifugado e utilizando coleira ou pipetas preventivas para pulgas e carrapatos.


Mesmo que seu gatinho esteja gordo ele pode brincar e passear, inclusive é fundamental para gatos obesos, aliarem dietas a exercícios físicos. Gatos mais velhos, normalmente são mais preguiçosos e é muito importante que eles consigam se exercitar, respeitando seus limites. Mesmo para gatos com dificuldades de se movimentar é importante que você possa se esforçar para que ele tenha uma sessão de exercícios ao menos uma vez por dia. É importante que você observe seu gato a fim de reduzir a intensidade dos exercícios fazendo com ele possa fazer todos seus movimento com segurança, isso é realmente muito importante, principalmente no caso de gatos mais velhinhos que já tem alguns problemas ósseos e articulares..Você também pode consultar seu veterinário sobre suplementos comuns, medicamentos para a dor, ou outras coisas que possam ajudar seu gato a ficar mais confortável e disposto a se exercitar.


O exercício é importante para seu gato, não só para mantê-lo em forma e saudável, mas também porque ele precisa estimular sua mente. Gatos, especialmente os jovens, que costumam ficar longos períodos sozinhos durante todo o dia, sem nada para fazer, podem acabar usando coisas que você não gostaria a fim de criar seus próprios brinquedos. Esta pode não ser uma ideia muito apreciada por você, devido ao carinho que você tem pelos seus móveis e objetos de decoração, no entanto, o mais importante é compreender que isto também pode acabar sendo perigoso para seu bichano. Gatos são animais que gostam de se entreter sozinhos e é por este motivo que existem inúmeros brinquedos que foram desenvolvidos especialmente para entretê-los. No entanto, muitos gatos acabam ficando entediados e cabe a você promover entretenimento para seu amiguinho. Não esqueça que um gato que faz exercícios regularmente, certamente será um gato mais saudável e feliz, sem nenhuma tendência a obesidade e com menos predisposição a problemas de saúde.

Como Evitar Arranhões do Seu Gato


Gatos que arranham o tempo todo podem acabar machucando e estragando tudo que passar pela frente. Eles usam as garras para desgastá-las, para escalar, saltar, e na natureza até para se defender e marcar o território. Mas e agora, será que você sabe como evitar arranhões do seu gato?

O hábito de arranhar é saudável para qualquer gato, mas se isso se tornou um problema, chegou a hora de ajudar o seu gato a solucioná-lo. Se os seus móveis estão sendo usados como arranhadores e isso está causando um bom estrago nos seus carpetes sofás e cortinas, é possível que não haja arranhadores apropriados em quantidade suficiente na sua casa. 


Muitas vezes, um único arranhador não é capaz de entreter o seu gato por muito tempo, e em casos assim, é possível oferecer uma boa variedade de superfícies para que ele possa escolher. Procure oferecer a ele diferentes tipos de arranhadores, de diferentes materiais. Alguns gatos adoram arranhar papelão, tecidos e estofados, enquanto outros preferem os tapetes de sisal, madeira, carpetes e arranhadores de corda. Boa parte dos gatos também gostam dos postes verticais de corda.


Procure determinar quais são as superfícies que ele mais gosta, e distribua alguns arranhadores nos lugares onde ele costuma ficar. Se o arranhador escolhido for o poste vertical, certifique-se que seja firme e resistente, e que não caia quando ele estiver brincando. A altura do poste também é importante, pois os gatos adoram os postes altos o suficiente para que eles possam se espreguiçar, esticando o corpo totalmente. Veja abaixo as dicas de como ajudar o seu gato a manter suas garras aparadas, o que certamente será um fator positivo para evitar arranhões do seu gato.

Incentive o seu gato a investigar o arranhador deixando-os com cheiro de catnip. Isso pode ser feito, por exemplo, pendurando um brinquedo com catnip sobre o arranhador.


Apare as unhas do seu gato regularmente. Se você não sabe como fazê-lo, saiba como lendo o artigo Como aparar as unhas do gato.

Desencoraje o seu gato a arranhar os móveis e outros locais indesejados. Cubra os sofás com capas ou colchas, coloque as caixas de som viradas para a parede e procure colocar um arranhador em cada um desses locais, como alternativa.


Jamais force o seu gato a utilizar o arranhador. Nunca segure-o na frente do arranhador e não esfregue suas patas nele na tentativa de ensiná-lo. Isso pode assustar o seu gato, o que pode fazer com que ele passe a temer o arranhador e evitá-lo totalmente.

Não jogue fora o arranhador favorito do seu gato só porque ele está velho e desgastado. Os gatos gostam de objetos arranhados e gastos, com os quais já estão familiarizados. Mesmo quando gastos, esses objetos continuam sendo estimulantes para ele.


Quando aparar as unhas do gato?

Outra dica importante para evitar arranhões do seu gato é que muita gente não sabe que as unhas dos gatos podem ser aparadas. Em geral, as unhas dos gatos podem ser aparadas a cada 10 dias ou a cada duas semanas. Alguns proprietários optam até mesmo por aparar as unhas toda semana. Para isso, o seu gato precisa estar relaxado a ponto de se sentir tranquilo, nunca assustado ou irritado. Se o seu gato fica agitado e demonstra estar desconfortável quanto a manipulação das patas, procure acostumá-lo aos poucos. Se o problema persistir, considere solicitar a ajuda de um veterinário ou um especialista em comportamento animal.

quarta-feira

Um mimo!


Quando a mamãe está falando o filhinho 
fica quietinho!

beijinhos de luz!

Crianças aprendem sobre bem-estar animal e ajudam gatos abandonados em Abu Dhabi


Após um aumento de casos de crueldade contra gatos em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, um programa de educação liderado por ativistas está tentando reverter a situação e educando crianças sobre o bem-estar animal.

Os membros do grupo Animal Welfare Abu Dhabi (Awad) perceberam um aumento nos maus-tratos contra animais e querem educar a geração jovem para evitar que isso se perpetue.

Grupos de assistência social em Dubai e Abu Dhabi relataram que gatos foram mortos ou mutilados nos últimos meses, sendo que alguns incidentes muito perturbadores foram filmados e postados nas mídias sociais.

A Al Rabeeh foi a escola na capital a se beneficiar das lições dadas por Susan Aylott, d Awad. As crianças também visitaram uma estação de alimentação próxima e ajudaram 15 gatos abandonados. Aylott estabeleceu várias estações de alimentação para gatos e trabalha com o município em seu programa de esterilização.

“À luz do que vem acontecendo recentemente, com alarmantes casos de abuso de animais, foi encorajador receber uma resposta positiva a este projeto. Com a escola a bordo, esperamos liderar o caminho para outros seguirem o exemplo. Mostramos às crianças que essas estações são importantes para que os gatos se tornem parte de uma colônia estável e saudável”, disse.

Professores e alunos receberam um pacote educativo da Fundação Internacional para o Bem-Estar Animal, com notas para os professores e um programa de trabalho de uma hora sobre o bem-estar animal. “O programa está disponível em inglês e árabe, é facilmente transferível para outras escolas”, disse Aylott.

Phil Yates, vice-diretor adjunto de Al Rabeeh, disse que os 850 alunos da instituição aproveitaram as aulas e gostaram de interagir com os gatos, segundo o The National.

“Sempre tivemos um grande número de animais abandonados ao redor das instalações da nossa escola e percebemos que a percepção de nossas crianças sobre os gatos não eram tão positivas como esperávamos”, afirmou.

“Nosso conselho estudantil e os líderes da escola têm apreciado o trabalho de manter a estação de alimentação até agora e de aprender a cuidar de gatos, respeitando os animais e seu ambiente. Esperamos que as crianças compartilhem suas experiências positivas e o que aprenderam com seus familiares e continuem a promover o bem-estar animal”, finalizou.

Gatos cegos resgatados de acumuladora aguardam por ajuda em São Paulo (SP)

Vários animais estão vivendo em condições insalubres na casa de uma acumuladora no Capão Redondo, em São Paulo. Em um cenário de holocausto, cães e gatos dividem o pouco espaço com lixo e entulhos. Muito acabam doentes, debilitados e brigando por comida.

Entre os animais, sete gatinhos precisam de ajuda urgente para sair dessas condições. Cinco gatinhos estão cegos, e passam os dias em cima de uma tábua, sem ter como descer e se alimentar. Os animais estão recebendo ajuda de uma protetora, mas a mesma não tem condições de manter todos os cuidados que os gatinhos necessitam. Ela precisa de doações de ração, areia, medicamentos e auxílio para conseguir atendimento veterinário.
Apesar das limitações, os gatinhos merecem uma chance de ter uma vida tranquila em um ambiente limpo, onde possam se alimentar normalmente e se sentir em segurança.

Caso alguém possa ajudar a protetora oferecendo lar temporário, doações ou queira adotar um gatinho, entre em contato. Outros animais também aguardam por resgate, mas devido a condições críticas em que os gatos estão, eles precisam de uma vida nova, antes que sofram outras atrocidades devido a falta de cuidados.


Cãozinho órfão é acolhido por família de gatinhos


Há quem diga que os cães e os gatos não podem viver juntos em paz. Mas o que aconteceu na Michigan Humane Society provou exatamente o contrário.

Um filhote de cachorro de apenas 2 dias de idade perdeu sua mãe em um acidente de carro. Então eles tiveram uma ideia, mas não tinham certeza se ela daria certo.

Eles resolveram colocar o filhote junto a uma gatinha que tinha acabado de dar a luz à seus filhotes. E esperavam que ela aceitasse esse filhote como um dos seus e pudesse dar todo o aconchego que ele precisava… E deu certo!

A mãe não só aceitou o filhote, mas também cuidou como se fosse um dos seus. E os outros filhotes também o aceitaram como irmão. O vídeo a seguir mostra um pouco mais sobre essa belíssima


domingo

Gatos Agressivos : Motivos e Soluções


Segundo Daniela Ramos,Médica Veterinária,em boa parte dos casos, os gatos agressivos apresentam esse tipo de comportamento em função de algum tipo de medo, incômodo ou até querendo brincar – e é necessário identificar o que causa a agressividade do animal para que seja possível contornar a situação e modificar o comportamento; condicionando o felino a um tipo de atitude mais tranquila diante de alguma ocorrência que não lhe agrade.

“Os gatos, por natureza, já brincam de uma forma que pode ser considerada um pouco mais selvagem; e quando brincadeiras com as unhas e com mordidinhas são incentivado pelo dono do pet quando o felino ainda é filhote – e as unhadas e mordidas não machucam – isso pode se tornar um problema no futuro”, explica a especialista.

De acordo com ela, também há casos em que os tutores de gatos extremamente agressivos consideram esse tipo de comportamento muito normal – juntamente pelo fato de os felinos serem mais ‘selvagens’ por natureza – e acabam contribuindo para a violência do animal; já que nenhuma medida é tomada para amenizar ou acabar com o problema.

Em uma pesquisa específica feita com 107 proprietários que levaram seus gatos de estimação para consultas de rotina em clínicas veterinárias, 49,5% dos tutores afirmaram ter felinos agressivos em casa, sendo que as principais situações em que alguns tipos de violência foi apresentado são:


- Enquanto o gato é acariciado
- Enquanto o gato brinca
- Enquanto o gato está protegendo seu território ou comida
- Quando o gato está assustado ou entra em contato com um animal desconhecido
- Quando o felino entra em contato com uma pessoa desconhecida

Em função disso, uma série de testes foi feita para medir os níveis de estresse nos felinos que apresentavam esse tipo de atitude mais arisca, revelando que os gatos que toleravam carinhos por muito tempo sem atacar apresentavam índices altíssimos de estresse – ao passo que os felinos que atacavam quando incomodados pelos carinhos destacavam níveis inferiores nesse sentido.

“O gato é um animal semi-social, e não tem o mesmo repertório do cão para mostrar quando não quer contato, por exemplo. Proximidade demais é algo incompatível com muitos gatos, e a vida em espaços menores e mais fechados contribui para esse tipo de situação de agressividade; já que o felino é obrigado a conviver nesse ambiente e a desenvolver comportamentos sociais que não são naturais para ele, tornando-se agressivo”, esclarece Daniela.


Para resolver o problema, portanto, é fundamental que a complicação não seja subestimada e que o tutor do animal tenha a orientação adequada, estando aberto a mudanças e otimista em relação aos resultados dos seus esforços pra mudar o comportamento do pet.

“Muitas pessoas querem ter um cachorro e, em função da falta de espaço em casa, acabam adotando um gatinho para tratar como cão. Mas isso não é possível na grande maioria dos casos, até por que o tipo de contato que é adorado por um cachorro pode ser uma tortura para um gato”, explica a doutora veterinária.

Segundo ela, gatos agressivos demais também devem ter a possibilidade de doenças ou dores descartadas antes que se feche um diagnóstico de problema comportamental, pois, esse tipo de estado pode influenciar no comportamento do felino, tornando-o impaciente e violento – fazendo com que seja necessária uma visita a um especialista.

Diferenciando brincadeira de agressão



Para identificar se o comportamento de um felino é realmente agressivo ou é apenas uma forma de brincar que está sendo confundida, é preciso se atentar aos seguintes fatores:

Brincadeira


- A predação ou brincadeira direcionada de maneira errada (mordidas, unhadas, etc.)
- O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto
- O animal vai atrás de tons agudos de vozes ou movimentos súbitos
- Há um reforço ou estímulo ao comportamento por parte do dono

De acordo com a especialista, é importante que os donos de um gato que se comporta de forma agressiva não ajam como uma presa nos momentos em que uma brincadeira se torna um pouco violenta, já que isso pode fazer com que o animal fique ainda mais animado com a situação e, consequentemente, continue com o comportamento.

“O ideal é que se conheça bem o animal e que se mude a forma de brincar, tornando-a mais adequada e menos agressiva. Brincar bastante com o felino de outras maneiras – com varinhas ou brinquedos apropriados, por exemplo - e fazer com que ele gaste sua energia também é uma ótima forma de mudar o comportamento”, comenta Daniela.


Agressão Ofensiva

- A postura do felino é inegavelmente ofensiva
- As orelhas do gato ficam para cima e para frente
- O corpo do animal fica elevado (‘como um touro’)
- A causa do gato fica inchada e rígida, balançando de um lado para o outro
- A postura do animal é mais segura
- Os pelos do felino ficam eriçados
- Os bigodes do animal permanecem normais



Agressão Defensiva

- As orelhas do gato ficam posicionadas para trás ou na lateral
- O corpo do animal fica encolhido
- O bigode do felino fica espalhado ou inclinado pra trás
- A cauda do gato fica ao redor do corpo

Identificando o tipo de agressão do felino

Os tipos mais frequentes de agressão felina podem ser divididos conforme exposto a seguir, e apresentam características distintas, conforme apresentado:

- Por medo ou ansiedade
- Por motivos territoriais
- Por frustração
- Induzido por carinhos


Lidando com a agressividade do felino

Embora sejam menos treináveis quando comparados aos cães, por exemplo, os felinos também podem ser condicionados a agir com menos desobediência, e o treinamento dos gatos nesse sentido deve ser focado no relaxamento e na aceitação de determinadas situações; permitindo que o animal não faça uso da violência durante ocorrências rotineiras em que isso costuma acontecer e sem a necessidade do uso de comandos específicos (como é usualmente feito no adestramento de cachorros).

Independentemente do condicionamento do animal, também há uma série de medidas que pode ser tomada para ajudar no sucesso do processo, e o comprometimento dos tutores do pet é fundamental para a obtenção de bons resultados. Junto com isso, mudanças no ambiente também são chave nesse tipo de treinamento, e costumam incentivar respostas positivas e bastante rápidas por parte dos felinos.


Com isso em mente, confira, a seguir, algumas dicas da Médica Veterinária Daniela Ramos para lidar com a agressividade dos gatos em duas situações específicas e bastante comuns na vida de quem tem um felino nervoso em casa – lembrando que, além das mudanças ambientais e comportamentais, também há casos em que intervenções medicamentosas se fazem necessárias para ajudar no processo:
Agressão por frustração ou impulsividade Para modificar o comportamento agressivo de um gato que se descontrola em função de uma frustração ou da impulsividade, é preciso que seja feito o controle de impulsos do animal por meio de interações controladas (incluindo brincadeiras e treinamentos) iniciadas pelo tutor; que, neste processo, deve passar a ignorar as demandas do felino – sendo que a quebra de conexões diretas entre o tutor e os itens valiosos para o felino é uma das mudanças ambientais que podem ser feitas para esse tipo de caso.


Agressão induzida por carinho Neste caso, o contra-condicionamento e a dessensibilização são os grandes focos do treinamento; e é preciso deixar cientes os donos do pet de que este é um processo gradual e que deve ser direcionado de forma positiva – fazendo o uso de carinhos respeitando o nível de tolerância do animal e oferecendo muitas recompensas quando a iniciativa de receber afagos for do felino.

Independentemente do caso, é essencial lembrar que os donos do felino devem ter muita paciência nesse processo, evitando confrontos ou provocações com o animal e qualquer tipo de punição; fazendo o uso de reforços positivos para modificar o comportamento e o ambiente, conseguindo bons resultados no condicionamento do gato a ser menos violento.


terça-feira

"O Acasalamento dos Gatos"

Como já contamos, as fêmeas começam a atrair os machos mesmo antes de estarem completamente receptivas ao coito, e podem recusar as investidas dos gatos em algumas ocasiões. Em alguns casos, determinadas fêmeas recusam qualquer tipo de investida dos machos para o acasalamento, portanto, é importante que os parceiros sejam familiarizados um com o outro antes das primeiras tentativas, facilitando o processo.
Assim como no caso do cio, as gatas demonstram claramente para os machos quando estão receptivas à cruza, se colocando em posição de acasalamento, onde fica deitada, com a traseira levantada e a cauda de lado.

O macho rapidamente agarra em seu pescoço, imobilizando-a, monta na gata e a cópula é iniciada. Imediatamente após a ejaculação, o macho tende a sair de perto da fêmea e manter-se longe, já que ela pode apresentar comportamento bastante agressivo e dar uma série de patadas no seu companheiro, já que o pênis dos gatos é áspero e pode machucar a vagina da fêmea na sua retirada.